Enquanto isso o jornalismo no Acre...

Foto: Reprodução / Google
Por Állaff Cley

O dito popular de que a notícia corre rápido na boca do povo já deixou de ser dito, virou fato na terra de Gálvez, que também era de Plácido de Castro, hoje metade de Tião.

Enquanto pesquisadores de universidades e professores conceituados falam sobre o comportamento do leitor no século XXI, de dois mil e dez pra cá, no Acre, prefere-se comentar sobre aquele que noticia.

A credibilidade nos veículos está cada vez mais em baixa; o leitor é bem áspero por aqui. Catam os erros de concordâncias com facilidade, como os índios catam espinhas de peixe no ensopado.

Nessa troca sangrenta entre o meio oficial do império e o popular que durante vinte e quatro horas não sai do ar, o pobre foca fica a mercê da forca. Árdua a vida do acr(i)ano que quer noticiar sem prejudicar o ganha pão do parente que trabalha na base.

Rio Branco tem muros baixos, o assoviar de um se ouve de leste ao oeste da pacata cidade.



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Sobre o autor: Állaff Cley é admirador e estudante de jornalismo por acidente. Professor de inglês sem formação acadêmica e promovedor do bom senso. Twitter | Facebook.

Nenhum comentário

Tecnologia do Blogger.